Aura Finance: Uma Carteira Cripto Redesenhada para Retenção
Um case autoral que resolve gargalos de engajamento em uma carteira cripto — redesenhada com foco em interatividade, velocidade e motion.

O problema
Os usuários abriam a carteira, conferiam o saldo e saíam. O atrito para comprar, fazer swap de tokens e ler gráficos em tempo real impedia as pessoas de transacionar — e travava a receita do produto.
A solução

A tela inicial foi reconstruída em torno de um único sinal: o saldo fica verde ou vermelho conforme o desempenho, puxando o usuário de volta para os dados em vez de afastá-lo deles. Tabelas de insights e gráficos ao vivo ganham o centro da tela, e o menu foi pensado para estimular swaps e destacar os tokens mais ativos do mercado.
Onboarding sem atrito
A criação de conta não bloqueia mais a experiência. O usuário entra direto no app e começa a explorar na hora — no ritmo que se espera do trading de cripto.

Motion como interação
Microinterações animam toda a interface, reforçando cada toque e cada mudança de estado para manter o app responsivo e vivo.
Embasado em pesquisa
As decisões de design foram guiadas por pesquisa de comportamento dos usuários e comparadas com líderes da categoria, como Phantom e MetaMask.
Hero Video
Um filme de produto no espírito dos vídeos de lançamento da Apple e do Google — moderno, digital e dinâmico, feito para carregar a mesma energia intuitiva do próprio app.
Onde está hoje
O hero video ainda está em produção, então o resultado real aqui não é um filme pronto — é o que desenhar a UI de uma carteira cripto me ensinou de fato sobre a categoria.
A interface partiu da minha própria experiência usando carteiras cripto, comparada com a forma como Phantom e MetaMask resolvem os mesmos problemas de fluxo. O objetivo era uma interface direta e intuitiva sem perder a identidade "web3" — próxima o bastante da categoria para parecer nativa, mas não tão estilizada a ponto de atrapalhar a UX.
O motion virou parte central dessa decisão. Depois de estudar como a InfinitePay usa microinterações premium, percebi o quanto de valor percebido isso agrega de forma orgânica — não como decoração, mas como um sinal de qualidade embutido na própria experiência.
Cada elemento na tela foi construído com um motivo: como o usuário reagiria a ele e como as carteiras consolidadas já resolvem aquilo. Esse raciocínio foi testado, não presumido — sessões de usabilidade com pessoas próximas moldaram várias iterações de wireframe antes de a UI final ser fechada.
A grande lição: a estética de um app precisa conquistar seu lugar sem atrapalhar o usuário. Isso não é só um problema de design — é um problema de negócio, e foi neste projeto que comecei a tratá-lo assim.